Alguns dias, algumas vezes.
O tempo pode até passar, mas meu relógio está parado.
Talvez ele esteja quebrado também.
O que vejo é a incerteza.
A tempestade dentro de mim não se cala.
Os ventos vieram me dizer que o sol já não brilha mais, que a lua morreu de solidão e que a última esperança é acreditar que, talvez, eu tenha alguma solução.
Já nem sei dizer, qual desses lugares me dói mais.
Não vejo o caminho.
Me perdi no labirinto dos meus pensamentos.
Não é uma simples questão "de ser ou não ser".

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