segunda-feira, 21 de junho de 2010

amargos limites.

queria ser livre;
sem ninguém me dizendo onde ou o que fazer, que horas deitar ou se estudar ou não.


me diz:
e se meu caminho for se perder na perdição?
e se eu quiser ser um zé ninguém? zé que só sabe amar e em troco receber reclamação?
e se eu quiser fugir, quem vai me impedir?
to cansada de todas as suas regras.
e se eu não for um gênio como você, como ele? o quão desapontados todos ficarão?
me deixa, quietinha aqui. sou inexperiente nessa área de limites.
mas não venha corrigir-me com essa hipocrisia, porque nessa vida sou pioneira.

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